24.12.10
Diário de bordo #1
O Mistério do Natal
23.12.10
Férias
11.12.10
Memórias Inventadas
Ao concluir a leitura das Memórias Inventadas – As infâncias de Manoel de Barros, sinto a obrigação de derramar aqui 5 insight's que me saltaram aos olhos e fizeram cócegas na minh'alma. Deleite-nos-Emos!
#1 A escuridão me ilumina
#2 Aprendi a não desprezar as coisas desprezíveis e nem os seres desprezados
#3 Uso palavras para compor meus silêncios
#4 Eu sinto que este caminho (o da poesia) bota sentido em mim
#5 O abandono me protege. Acho que esse paradoxo reforça mais a poesia do que a própria verdade.
10.12.10
+ Thomas Merton +
Fugiram apressadamente do palco. Nunca vi coisa tão horrível, ou tão inesquecível, ou tão fascinante. Não é que dançassem mal. Dançavam até muito bem; mas uma dança tão ruim que dava vontade de chorar, tão ruim e sem sentido! Que mexicanos!
Foi ainda pior, quando a gorducha dentro de novo correndo, vestida com um casaco preto peludo, curto e apertado, de vaqueiro mexicano, tão preto e tão apertado e tão peludo que a fazia assemelhar-se a um enorme rato. Realmente, seus movimentos eram todos de um enorme rato gigantesco e era isso que estava estampado no sorriso que lhe abria a face: “agora você vão ver que eu sou o rato gigante!
Esse numero era realmente mais horrível do que o outro, sem ao menos uma boa dança para compensar a ruindade de toda a concepção. Fiquei duro com essa dança. Quando acabou, poderia ter chorado!"
9.12.10
Só.Pl.Ar
Sócrates procurava a felicidade por meio da procura da verdade. Platão prrocurava abandonar as aparências do mundo sensível para alcançar a verdade do mundo das ideias. Aristóteles procurava fugir deste mundo de verdades para considerar apenas o que sua persepção conseguia abraçar.
Vem aí, a nova mini-série do Sertãodeverso:
Afinal, o que querem os filósofos?
8.12.10
Solidão
Meus momentos prediletos solidão, solidão; mas sempre convosco, Jesus, Senhor. Junto ao vosso coração passo horas agradáveis, e junto dele minha alma encontra descanso. Quando o coração está repleto de Vós e cheio de amor, a alma arde com fogo puro, então no maior abandono a alma não sente solidão, porque descansa em vosso seio. Ó solidão, momentos da mais elevada companhia, embora abandonado por todas as criaturas. Afundo-me todo no oceano de vossa divindade, e Vós ouvis ternamente as minhas confidências.
7.12.10
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2.12.10
dez|com|passo
a cada malogro
em cada desatino
vejo naufragar nosso destino
uma opereta lúgubre
ao fundo, uma sonata em Ré
à frente, o futuro na borra de café
isso é demais para mim
seria, pois, o Prelúdio do Fim?
